domingo, 4 de julho de 2010

Eu e você

As nossas conversas me causavam secura na boca, uma sede infindável, sede de você. Eu reprimia isso com todas as minhas forças, pois com a mesma força que te queria, me contraia, o medo de perder o pouco que tinha era muito mais forte.

Não foi fácil chegar até você, e me abrir, mesmo que com aquelas duas palavras. Seu olhar passou a me consumir, e se eu não fizesse algo, me consumiria por mim mesmo, e eu prefiro mil vezes que a sua boca o faça.

Princesa, tem tão pouco tempo, que isso tudo se consolidou, que, às vezes, nem parece, a nossa sincronia já é tão grande. A nossa história já é antiga, e desde o nosso primeiro encontro, você vem deixando marcas em mim. (risos)

Esse é o nosso primeiro mês, e eu estou aqui, pra prometer que é só o nosso primeiro mês, de milhares que virão, um de cada vez. Até quanto tempo precisarmos, necessitarmos uma da outra, como eu preciso de você agora.

Eu já tinha uma amiga, agora eu tenho a minha mulher. Eu sou sortuda, sim, muito! E não tenho palavras pra agradecer o que você me dá, do seu jeitinho lindo de bebê, seu olhar e sorriso de menino pidão, seus dramas que só perdem para os romances mexicanos, à sua maneira. Você, o bem mais precioso que eu tenho nesse momento, que eu cuido, mimo, dou o melhor de mim, e recebo tudo o que preciso pra ser feliz. Obrigada por esse um mês, e que venham mais, muito mais.