domingo, 17 de maio de 2009

Um pensamento…

Eu sou a favor do amor. Não aquele que vem e passa (na verdade isso não é amor, mas…), mas aquele sentimento sublime que nos une fraternalmente.

As pessoas hoje em dia aprenderam a filtrar esse sentimento excluindo-o, simplesmente excluindo-o. É mais fácil mostras o ódio pras pessoas, isso pode até ser, mas eu ainda acho que é muito mais fácil mostrar o amor.

O simples fato de um pai estar feliz com seus filhos, com sua família ou de um filho para com seus pais, voltando pra casa após anos ausente. É... Isso emocionaria a milhares de pessoas há alguns anos atrás, pode até ser que algumas delas se sentissem em algumas situações citadas ou em outros casos, que por sinal são inúmeros, mas é muito mais fácil excluí-los.

É muito mais fácil, e mais barato, diga-se de passagem mostrar a adversidade entre o ser humano, realmente em qualquer esquina irá se encontrar uma briga por um motivo qualquer. Nos centros de filmagens de grandes filmes eles não precisam fazer um sítio de filmagem para cenas de lutas e brigas entre os personagens, basta apenas ter os personagens, qualquer lugar é lugar para uma “boa” briga.

As pessoas ficam vidradas na tela, esquecem até do que está acontecendo em sua volta, isso tudo por causa dela. Acham chatas as cenas em que mostram o sentimento de fraternidade que temos uns com os outros, do sentimento puro e simples que pode acontecer somente com a cumplicidade das pessoas umas com as outras.

Eles acham que um bom filme de suspense não combina com esse sentimento, mas a motivação dos filmes de ação é o “amor”. Irônico. Pensar que as pessoas passam por cima das outras por causa desse sentimento, visto que ele nos ensina o contrário.

Podem pensar que eu falo besteiras em cima de besteiras, que não estou falando coisa com coisa. Olhe em sua volta e veja o que está acontecendo.